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23/10/2013

DFC - MÉTODO DIRETO E INDIRETO



O fluxo de caixa realizado pode ser apresentado por meio de duas formas: o método direto e o método indireto

Método Direto vs. Método Indireto

O método direto demonstra os recebimentos e pagamentos derivados das atividades operacionais da empresa em vez do lucro líquido ajustado.
  

Demonstração do fluxo de caixa - Método direto

INGRESSOS DE RECURSOS
Recebimentos de clientes                                                                                     xx
Pagamentos a fornecedores                                                                                  (xx)
Despesas administrativas e comerciais                                                                 (xx)
Despesas financeiras                                                                                            (xx)
Impostos                                                                                                              (xx)
Mão-de-obra direta                                                                                   (xx)
(=) Ingressos de recursos provenientes das operações                                          xx
Recebimentos por vendas do imobilizado                                                xx
(=) Total dos ingressos dos recursos financeiros                                                  xx
DESTINAÇÕES DE RECURSOS
Aquisição de bens do imobilizado                                                            xx
Pagamentos de Empréstimos bancários                                                                xx
(=) Total das destinações de recursos financeiros                                     xx
Variação líquida de Disponibilidades                                                                   xx
(+) Saldo inicial                                                                                                    xx
(=) Saldo final de Disponibilidade                                                            xx


Como se verifica, a demonstração pelo método direto facilita ao usuário avaliar a solvência da empresa, pois evidencia toda a movimentação dos recursos financeiros, as origens dos recursos de caixa e onde eles foram aplicados.
Já o método indireto é aquele no qual os recursos provenientes das atividades operacionais são demonstrados a partir do lucro líquido, ajustado pelos itens considerados nas contas de resultado que não afetam o caixa da empresa.

Demonstração do fluxo de caixa - Método indireto

ORIGENS
Lucro líquido do exercício                                                                                      xx
Mais:
       Depreciações                                                                                                   xx
       Aumento em imposto de renda a pagar                                                           xx
       Aumento em fornecedores                                                                                          xx
Menos:
       Aumento em clientes                                                                                       (xx)
(=) Caixa gerado pelas operações                                                                                       xx
Venda do Imobilizado                                                                                            xx
(=) Total dos ingressos de Disponibilidade                                                             xx
APLICAÇÕES
       Pagamento de Empréstimos bancários                                                             xx
       Aquisição de Imobilizado                                                                                           xx
       (=) Total das aplicações de Disponibilidades                                                               xx
Variação líquida das Disponibilidades                                                                                xx
(+) Saldo inicial                                                                                                      xx
(=) Saldo final das Disponibilidades                                                                       xx


Observa-se pelo modelo apresentado, que a demonstração pelo método indireto é semelhante à DOAR, principalmente pela sua parte inicial, exigindo do usuário maior conhecimento de contabilidade.
Os modelos apresentados seguem a estrutura tradicional da demonstração do fluxo de caixa, que tem como objetivo principal mostrar apenas as entradas e saídas de recursos financeiros. Basicamente demonstram os seguintes itens:

a)             Entradas
b)            Saídas
c)             Diferença (a – b)
d)            Saldo Inicial
e)             Saldo Final (c + d)


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11/09/2013

NOTAS EXPLICATIVAS

As Notas Explicativas são complementos às demonstrações contábeis, quadros analíticos ou outras demonstrações contábeis necessárias à plena avaliação da situação e da evolução patrimonial da empresa.
A lei 6.404/76 enumera o mínimo dessas notas e induz à sua ampliação quando for necessário para o devido "esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício". Nesse valor mínimo incluem-se a descrição dos critérios de avaliação dos elementos patrimoniais e das práticas cotábeis adotadas, dos ajustes dos exercícios anteriores, reavaliações, ônus sobre ativos, detalhamento das dívidas de longo prazo, do capital e dos investimentos relevantes em outras empresas, eventos subseqüentes importantes após a data do balanço etc.

Como o próprio nome sugere, as Notas Explicativas nada mais são do que "explicações" que devem servir para ajudar os usuários da contabilidade a "entenderem" alguns critérios tomados na elaboração das demonstrações financeiras e na comparação com as de outras Entidades.


As Notas Explicativas sobre as principais práticas contábeis tem evoluído ao longo do tempo e o seu objetivo é informar sobre a escolha de políticas e práticas contábeis feita pela empresa. 

Essa divulgação permite que se possa depreender sobre a influência dessas práticas sobre os números apresentados pela empresa e tem grande importância na inferência sobre a sua situação patrimonial, ou seja, a situação do balanço patrimonial, da posição financeira e dos resultados das operações. 


NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

A publicação de Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras está prevista no § 4º do artigo 176 da Lei 6.404/1976 (Lei das S/A), adiante transcrito:

"as demonstrações serão complementadas por Notas Explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício".

As Notas Explicativas visam fornecer as informações necessárias para esclarecimento da situação patrimonial, ou seja, de determinada conta, saldo ou transação, ou de valores relativos aos resultados do exercício, ou para menção de fatos que podem alterar futuramente tal situação patrimonial.

As Notas Explicativas poderão estar relacionadas a qualquer outra das Demonstrações Financeiras, como a Demonstração do Valor Adicionado – DVA, ou Fluxo de Caixa.

NOTAS PREVISTAS PELA LEI

O § 5º do art. 176 da Lei das S/A menciona, sem esgotar o assunto, as bases gerais e as normas a serem inclusas nas demonstrações financeiras, as quais deverão:
I – apresentar informações sobre a base de preparação das demonstrações financeiras e das práticas contábeis específicas selecionadas e aplicadas para negócios e eventos significativos; 
II – divulgar as informações exigidas pelas práticas contábeis adotadas no Brasil que não estejam apresentadas em nenhuma outra parte das demonstrações financeiras; 
III – fornecer informações adicionais não indicadas nas próprias demonstrações financeiras e consideradas necessárias para uma apresentação adequada; e 
IV – indicar: 
a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais, especialmente estoques, dos cálculos de depreciação, amortização e exaustão, de constituição de provisões para encargos ou riscos, e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo; 
b) os investimentos em outras sociedades, quando relevantes; 
c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações; 
d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo, as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes; 
e) a taxa de juros, as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo; 
f) o número, espécies e classes das ações do capital social; 
g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício; 
h) os ajustes de exercícios anteriores; e 
i) os eventos subsequentes à data de encerramento do exercício que tenham, ou possam vir a ter, efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. 

A Lei das S/A estabeleceu os casos que deverão ser mencionados em Notas Explicativas; no entanto, essa menção representa o conceito básico a ser seguido pelas empresas, podendo haver situações em que sejam necessárias Notas Explicativas adicionais, além das já previstas pela Lei das S/A.

FONTES
http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/notasexplicativas.htm

http://www.contabeis.com.br/forum/topicos/5014/notas-explicativas/
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RELATÓRIOS CONTÁBEIS

As Demonstrações Contábeis são o conjunto de informações que devem ser obrigatoriamente divulgadas, anualmente, segundo a lei 6404/76, pela administração de uma sociedade por ações e representa a sua prestação de contas para os sócios e acionistas. A prestação anual de contas é composta pelo Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis e as notas explicativas que as acompanham, o Parecer dos Auditores Independentes (caso houver) e o Parecer do Conselho fiscal (caso existir).

Demonstrações Contábeis:
Relatório da administração:
  -> Não faz parte das demonstrações contábeis propriamente ditas, mas a lei exige a apresentação desse relatório, que deve evidenciar os negócios sociais e principais fatos administrativos ocorridos no exercício, os investimentos em outras empresas, a política de distribuição de dividendos e de reinvestimento de lucro etc..

Balanço Patrimonial (BP):
-> Tem por finalidade apresentar a posição financeira e patrimonial da empresa em determinada data, representando, portanto, uma posição estática.
  • Classificação das contas:
    • Ativo – compreende os recursos controlados por uma entidade e dos quais se esperam benefícios econômicos futuros;
    • Passivo – compreendo as exigibilidades e obrigações;
    • Patrimônio líquido – representa a diferença entre o ativo e passivo, ou seja, o valor líquido da empresa.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Demonstração do Resultado Abrangente (DRA):
-> DRE – deve ser apresentada na forma dedutiva, com os detalhes necessários das receitas, despesas, ganhos e perdas definindo claramente o lucro ou prejuízo líquido do exercício;
-> DRA – a entidade pode optar por apresentá-la separadamente ou dentro das mutações do patrimônio líquido, e diz respeito as mutações que ocorre no patrimônio líquido durante o período que resulta de transações e outros eventos que não derivados de transações com os sócios na sua qualidade de proprietário.

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) e de Lucros ou Prejuízos Acumulados:
-> A DMPL é mais completa e em uma das suas colunas é a dos lucro ou prejuízos acumulados. Evidencia a mutação do patrimônio líquido e termos globais e em termos de mutações internas.

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR):
-> Não é mais obrigatória, ela procura evidenciar as origens dos recursos que ampliam a folga financeira de curto prazo e as aplicações de recursos que consomem essa folga.

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC):
-> Passou a ser obrigatória no lugar da DOAR, visando mostrar como ocorreram as movimentações de disponibilidades em um dado período de tempo. Divide todos os fluxos de entrada e saída de caixa em três grupos:
  • atividades operacionais;
  • atividades de investimentos;
  • atividades de financiamento.
Demonstração do Valor Adicionado (DVA):
-> Tem como objetivo principal informar o valor da riqueza criada pela empresa e a forma de sua distribuição.

Demonstrações comparativas:
-> A lei obriga a comparação das demonstrações contábeis dos dois exercícios, o grande objetivo é que a análise de uma empresa é feita sempre com vista no futuro. Por isso, é fundamental verificar a evolução passada, e não apenas a situação de um momento.

Notas Explicativas:
-> As demonstrações contábeis devem ser complementadas por notas explicativas, quadros analíticos ou outras demonstrações contábeis necessárias à plena avaliação da situação e da evolução patrimonial da empresa.

Balanço Social:
-> Componente não obrigatório das demonstrações, que tem por objetivo, demonstrar o resultado da interação da empresa com o meio que está inserida. Refletindo a postura da empresa em relação aos recursos naturais e com a sociedade em si.

Fonte: Manual de Contabilidade Societária – FIPECAFI

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ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL



A Lei nº 6.404/76 art. 178 diz: 
“no balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem, e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da companhia”.

No ativo serão apresentadas em primeiro lugar as contas que podem ser convertidas mais rapidamente em valor monetário, em disponibilidades. 
No passivo apresentam-se primeiro as contas com prazo de exigibilidade mais curto.

Abaixo, segue um plano de contas simplificado


ATIVO 

ATIVO CIRCULANTE 

DISPONÍVEL 
Caixa
Depósitos bancários a vista
Numerário em transito
Aplicações de liquidez imediata

CLIENTES 
Duplicatas a receber
Duplicatas descontadas (conta credora)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa – PCLD (conta credora)

OUTROS CRÉDITOS
Títulos a receber
a) Clientes – renegociação de contas a receber
b) Empréstimos a receber de terceiros
c) Títulos descontados (conta credora)
Cheques em cobrança
Dividendos a receber
Adiantamentos a terceiros
Créditos de funcionários
a) Adiantamentos para viagens
b) Antecipação de salários
c) Empréstimos a funcionários
d) Antecipação 13º Salário
e)Antecipação de Férias
Tributos a Compensar
a) IPI a Recuperar
b) ICMS a Recuperar
c) IRRF a Compensar
d) IR e CS a Compensar
e) PIS a Recuperar
f) Cofins a Recuperar
g) Outros tributos a Recuperar
Provisão para créditos de liquidação duvidosa – PCLD (conta credora)

INVESTIMENTOS TEMPORÁRIOS
Aplicação Temporária em ouro
Títulos e valores mobiliários

ESTOQUES 
Produtos Acabados
Mercadorias para revenda
Matérias-prima
Importação em andamento
Almoxarifado
Adiantamento a fornecedores

DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE PAGAS ANTECIPADAMENTE
Prêmios de Seguros a Apropriar
Assinaturas e anuidades a apropriar
Alugueis pagos antecipadamente
Outros custos e despesas pagos antecipadamente

ATIVO NÃO CIRCULANTE 


ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 
Clientes
Títulos a Receber
Créditos de acionistas
Créditos de diretores
Provisão para créditos de liquidação duvidosa – PCLD (conta credora)
Aplicações financeiras

INVESTIMENTOS
Participações Permanentes em Outras Sociedades
Obras de Arte
Terrenos e Imóveis para futura utilização
Imóveis de não uso
Depreciação acumulada (conta credora)

ATIVO IMOBILIZADO
A - Bens em Operação 
Terrenos
Instalações
Máquinas, aparelhos e equipamentos
Equipamentos de processamento eletrônico de dados
Móveis e utensílios
Veículos
Ferramentas
Peças e conjuntos de reposição
Florestamento e reflorestamento
Benfeitorias em propriedades de terceiros

B - Depreciação Acumulada, amortizada e exaustão (conta credora) 
Instalações (depreciação)
Máquinas, aparelhos e equipamentos (depreciação)
Equipamentos de processamento eletrônico de dados (depreciação)
Móveis e utensílios (depreciação)
Veículos (depreciação)
Ferramentas (depreciação)
Peças e conjuntos de reposição (depreciação)
Benfeitorias em propriedades de terceiros (amortização)

INTANGÍVEL 

A - CUSTO 
            a) Marcas
            b) Patentes
            c) Concessões
            d) Direitos Autorais
            e) Direitos sobre recursos naturais
            f) Pesquisa e Desenvolvimento
            g) Sistemas aplicativos

B - AMORTIZAÇÃO ACUMULADA (conta credora) 


PASSIVO

PASSIVO CIRCULANTE 

EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS 
Empréstimos
Financiamentos Bancários
Financiamentos por arrendamento financeiro
Títulos a pagar

FORNECEDORES
Fornecedores nacionais
Fornecedores estrangeiros

OBRIGAÇÕES FISCAIS
ICMS a recolher
IPI a recolher
IR a pagar
Contribuição social a pagar
IOF a pagar
ISS a recolher
PIS a recolher
COFINS a recolher
Outros impostos a pagar

OUTRAS OBRIGAÇÕES 
Adiantamento de clientes
Faturamento para entrega futura
Contas a pagar
Ordenados e salários a pagar
Encargos sociais a pagar
FGTS a pagar
Dividendos a pagar
Férias a pagar
13º Salário a pagar
Outras Contas a pagar

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS
Empréstimos
Financiamentos bancários
Financiamentos por arrendamento financeiro
Títulos a Pagar

PATRIMÔNIO LÍQUIDO 

Capital Social
a) Capital Subscrito Integralizado
b) Capital a integralizar (conta devedora)
Reservas de Lucros 
a) Reserva Legal
b) Reservas estatuárias
c) Reservas para contingência
Prejuízos Acumulados (conta devedora) 
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10/09/2013

RESUMO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Demonstrações Contábeis:
Relatório da administração:
  -> Não faz parte das demonstrações contábeis propriamente ditas, mas a lei exige a apresentação desse relatório, que deve evidenciar os negócios sociais e principais fatos administrativos ocorridos no exercício, os investimentos em outras empresas, a política de distribuição de dividendos e de reinvestimento de lucro etc..

Balanço Patrimonial (BP):
-> Tem por finalidade apresentar a posição financeira e patrimonial da empresa em determinada data, representando, portanto, uma posição estática.
  • Classificação das contas:
    • Ativo – compreende os recursos controlados por uma entidade e dos quais se esperam benefícios econômicos futuros;
    • Passivo – compreendo as exigibilidades e obrigações;
    • Patrimônio líquido – representa a diferença entre o ativo e passivo, ou seja, o valor líquido da empresa.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Demonstração do Resultado Abrangente (DRA):
-> DRE – deve ser apresentada na forma dedutiva, com os detalhes necessários das receitas, despesas, ganhos e perdas definindo claramente o lucro ou prejuízo líquido do exercício;
-> DRA – a entidade pode optar por apresentá-la separadamente ou dentro das mutações do patrimônio líquido, e diz respeito as mutações que ocorre no patrimônio líquido durante o período que resulta de transações e outros eventos que não derivados de transações com os sócios na sua qualidade de proprietário.

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) e de Lucros ou Prejuízos Acumulados:
-> A DMPL é mais completa e em uma das suas colunas é a dos lucro ou prejuízos acumulados. Evidencia a mutação do patrimônio líquido e termos globais e em termos de mutações internas.

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR):
-> Não é mais obrigatória, ela procura evidenciar as origens dos recursos que ampliam a folga financeira de curto prazo e as aplicações de recursos que consomem essa folga.

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC):
-> Passou a ser obrigatória no lugar da DOAR, visando mostrar como ocorreram as movimentações de disponibilidades em um dado período de tempo. Divide todos os fluxos de entrada e saída de caixa em três grupos:
  • atividades operacionais;
  • atividades de investimentos;
  • atividades de financiamento.
Demonstração do Valor Adicionado (DVA):
-> Tem como objetivo principal informar o valor da riqueza criada pela empresa e a forma de sua distribuição.

Demonstrações comparativas:
-> A lei obriga a comparação das demonstrações contábeis dos dois exercícios, o grande objetivo é que a análise de uma empresa é feita sempre com vista no futuro. Por isso, é fundamental verificar a evolução passada, e não apenas a situação de um momento.

Notas Explicativas:
-> As demonstrações contábeis devem ser complementadas por notas explicativas, quadros analíticos ou outras demonstrações contábeis necessárias à plena avaliação da situação e da evolução patrimonial da empresa.

Balanço Social:
-> Componente não obrigatório das demonstrações, que tem por objetivo, demonstrar o resultado da interação da empresa com o meio que está inserida. Refletindo a postura da empresa em relação aos recursos naturais e com a sociedade em si.


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A PROFISSÃO CONTÁBIL

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Ciências Contábeis Administração
 
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